Limitação de mandatos
Nas organizações saudáveis, estas não ficam dependentes de um ciclo de poder nem de uma única pessoa.
Diversos estudos de gestão e de psicossociologia organizacional demonstram que a perpetuação no poder gera impactos negativos. Entre os principais efeitos estão a inércia estratégica, a resistência à mudança, a deterioração da relação com os stakeholders e a rigidez cognitiva.
A limitação de mandatos contribui para:
- evitar a excessiva personalização do poder;
- impedir a perpetuação nos cargos e as consequências que daí advêm;
- promover a renovação de pessoas e ideias;
- reforçar a participação democrática dos associados;
- incentivar a preparação de novas lideranças e novos projetos.
O Leixões XXI propõe que os Presidentes dos órgãos sociais do Clube possam exercer, no máximo, três mandatos, consecutivos ou não.
Governar um clube deve ser um serviço temporário ao Leixões, e não uma posição permanente.
Menos perpetuação do poder. Mais renovação democrática.